Expansão do mix de lojistas e novos espaços gastronômicos elevam a taxa de ocupação no Rio Grande do Sul
O ParkShopping Canoas consolidou um sólido desempenho comercial no segundo trimestre com uma movimentação financeira de R$ 212,6 milhões, o que representa um crescimento de 14,7% nas vendas em comparação ao mesmo período do ano anterior. O resultado também superou em 13,56% o faturamento obtido nos três primeiros meses do ano, impulsionado pela inauguração do espaço Park Gourmet e pela chegada de marcas renomadas de gastronomia, serviços e vestuário. Sob a gestão da Multiplan, o empreendimento gaúcho destacou-se nacionalmente como o segundo shopping da rede com os ganhos mais expressivos em taxa de ocupação, superando em 2,11% o índice do ano anterior e contribuindo para que a holding registrasse uma ocupação média de 96,1% em seu portfólio de 20 centros comerciais.
Plataforma digital e programa de relacionamento geram bilhão em vendas para o portfólio da administradora
A estratégia de transformação digital e fidelização de clientes tem sido um dos pilares fundamentais para a potencialização dos resultados dos lojistas através do aplicativo corporativo Multi. No primeiro semestre, as vendas impulsionadas por meio desse canal de relacionamento atingiram a marca de R$ 1,7 bilhão no consolidado nacional da administradora, representando uma expansão de aproximadamente 50%. No complexo comercial de Canoas, que já conta com mais de 205 mil consumidores cadastrados em sua base digital, o programa de fidelidade registrou uma evolução de 45,8%. Paralelamente, os indicadores financeiros nacionais da companhia imobiliária apontaram uma receita bruta de R$ 741,3 milhões no trimestre, com avanço de 27,2% puxado por aluguéis, estacionamentos automatizados e serviços.
Brasil Inovador
A performance mercadológica e operacional do centro comercial em Canoas evidencia uma reconfiguração profunda na dinâmica dos complexos de compras modernos, uma macrotendência acompanhada atentamente pelo Brasil Inovador. Para o Brasil Inovador, a grande disrupção no ecossistema de negócios em 2026 está no entendimento de que os shoppings deixaram de ser meros pontos de transação de mercadorias para se consolidarem como hubs integrados de convivência, entretenimento e serviços phygital. A forte tendência de unificar a jornada física do consumidor a aplicativos móveis robustos transforma o varejo tradicional em uma plataforma de dados transacionais de alta performance. Ao combinar a atração de novas operações comerciais, o investimento em espaços de lazer ao ar livre e a automação de serviços como o pagamento de estacionamento, a holding não apenas mitiga oscilações do mercado, mas desenha um modelo de negócios escalável e resiliente, estabelecendo novos padrões de rentabilidade financeira e relevância para o consumidor contemporâneo.