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ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO EM SANTA CATARINA
O ecossistema de inovação em Santa Catarina é um dos mais maduros, reconhecidos e dinâmicos do Brasil, sendo frequentemente chamado de “Vale do Silício” brasileiro, especialmente na região de Florianópolis.
O setor de tecnologia e inovação representa uma parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) estadual e é caracterizado por um forte espírito empreendedor local e uma grande dispersão geográfica dos polos de desenvolvimento.
Pilares e Características do Ecossistema Catarinense
O sucesso da inovação em Santa Catarina se baseia em uma rede de colaboração ativa entre os atores-chave:
Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE):
É a principal entidade representativa do setor e atua como um catalisador central.
Gerencia uma rede de Centros de Inovação em diversos polos do estado.
Sua incubadora, a MIDITEC, foi por vezes classificada entre as melhores do mundo, ajudando a formar centenas de empresas.
A ACATE também promove programas de Inovação Aberta (como o Link Lab) e apoia a internacionalização das empresas, tendo, inclusive, um hub no Canadá.
Rede de Centros de Inovação:
O estado possui uma Rede Catarinense de Centros de Inovação espalhados por mais de dez cidades. Esses centros são ambientes físicos e de conexão criados para dar suporte ao empreendedorismo inovador, oferecendo pré-incubação, incubação, aceleração e coworking.
Essa rede garante que o ecossistema seja distribuído, aproveitando as vocações regionais.
Academia e P&D:
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é um pilar crucial, responsável pela formação de mão de obra especializada e pelo apoio a incubadoras (como o CELTA e o MIDI Tecnológico), atuando como fonte primária de conhecimento e talentos.
A FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) fomenta projetos de ciência, tecnologia e inovação em todo o estado.
Principais Polos Regionais Grande Florianópolis Blumenau Joinville Vale do Itajaí Lages (Serra Catarinense) Chapecó Santa Catarina é um exemplo de como a colaboração entre associações empresariais (ACATE), universidades e o poder público pode criar um ambiente fértil que resulta na maior concentração de startups por habitante no Brasil. GOVERNANÇA DO ECOSSISTEMA DE SANTA CATARINA A governança do Ecossistema de Inovação de Santa Catarina (EI-SC) é um tema complexo e em constante evolução, marcado por características específicas e iniciativas de coordenação. Pontos-chave sobre a governança do EI-SC: Multiator e Colaborativa: Envolve diversos atores, incluindo governo (estadual e municipal), iniciativa privada (empresas de base tecnológica e tradicionais), academia (universidades e institutos de pesquisa), fundações de fomento, e organizações da sociedade civil (incubadoras, parques tecnológicos, centros de inovação). Mecanismos de Coordenação: As relações entre esses atores são orientadas por mecanismos de coordenação que buscam alinhar esforços e recursos para objetivos comuns. Liderança Central, mas Descentralizada e Informal: Embora possa existir uma liderança central, a abordagem de governança frequentemente encoraja o protagonismo dos atores de forma descentralizada e com um grau de baixa formalidade, o que pode ser uma característica tanto positiva (flexibilidade) quanto um desafio (sustentabilidade). Iniciativas Centrais: Pacto pela Inovação: Uma iniciativa importante criada para aprimorar a colaboração dentro do ecossistema, envolvendo um grande número de organizações e ações focadas em objetivos comuns. A governança do Pacto visa a articulação e coordenação, mas enfrentou desafios de sustentabilidade e mobilização de novos “orquestradores” (agentes de coordenação). Programa SC Mais Inovação: Coordenado pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), busca conectar governo, iniciativa privada, academia e sociedade civil organizada, com foco na implantação de Centros de Inovação regionais, hubs temáticos e apoio a projetos e captação de recursos. Foco Regional e em Centros de Inovação: Há um forte movimento para desenvolver e ativar os ecossistemas de inovação nas diversas regiões do estado, sendo os Centros de Inovação estruturas importantes para catalisar o empreendedorismo e a cultura da inovação em nível local. Desafios: Apesar da maturidade do EI-SC e do reconhecimento de Florianópolis como “Capital da Inovação”, pesquisas apontam fragilidades históricas quanto à capacidade de colaboração robusta entre todos os atores, coordenação de esforços e convergência de recursos de maneira contínua. A sustentabilidade das iniciativas de governança é um ponto de atenção. Em resumo, a governança é um esforço contínuo em Santa Catarina para orquestrar as interações entre múltiplos atores, utilizando programas estaduais e iniciativas colaborativas como o Pacto pela Inovação, mas sempre buscando equilibrar a liderança central com a autonomia e o protagonismo dos atores locais. REDE BRASIL INOVADOR Brasil Inovador é uma rede colaborativa que promove os ecossistemas de inovação, impulsiona negócios e acelera o crescimento econômico. Notícias Conexões Publicidade, Mantenedores e Media Partners Conteúdo, Releases e Mailing de Imprensa Parcerias, Embaixadores e Afiliados WhatsApp INNOVATION ECOSYSTEM IN SANTA CATARINA The innovation ecosystem in Santa Catarina is one of the most mature, recognized, and dynamic in Brazil, often called the Brazilian “Silicon Valley,” especially in the Florianópolis region. The technology and innovation sector represents a significant portion of the state’s Gross Domestic Product (GDP) and is characterized by a strong local entrepreneurial spirit and a wide geographical dispersion of development hubs. Pillars and Characteristics of the Santa Catarina Ecosystem The success of innovation in Santa Catarina is based on an active collaboration network among key players: Santa Catarina Technology Association (ACATE): It is the main representative entity of the sector and acts as a central catalyst. It manages a network of Innovation Centers in various hubs throughout the state. Its incubator, MIDITEC, has been ranked among the best in the world on several occasions, helping to create hundreds of companies. ACATE also promotes Open Innovation programs (such as Link Lab) and supports the internationalization of companies, even having a hub in Canada. Network of Innovation Centers: The state has a Santa Catarina Network of Innovation Centers spread across more than ten cities. These centers are physical and connectivity environments created to support innovative entrepreneurship, offering pre-incubation, incubation, acceleration, and coworking. This network ensures that the ecosystem is distributed, taking advantage of regional strengths. Academia and R&D: The Federal University of Santa Catarina (UFSC) is a crucial pillar, responsible for training specialized labor and supporting incubators (such as CELTA and MIDI Tecnológico), acting as a primary source of knowledge and talent. FAPESC (Foundation for Research and Innovation of the State of Santa Catarina) fosters science, technology, and innovation projects throughout the state. Main Regional Hubs Greater Florianópolis Blumenau Joinville Itajaí Valley Lages (Serra Catarinense) Chapecó Santa Catarina is an example of how collaboration between business associations (ACATE), universities, and the public sector can create a fertile environment that results in the highest concentration of startups per capita in Brazil. GOVERNANCE OF THE SANTA CATARINA ECOSYSTEM The governance of the Santa Catarina Innovation Ecosystem (EI-SC) is a complex and constantly evolving topic, marked by specific characteristics and coordination initiatives. Key points about the governance of the EI-SC: Multi-actor and Collaborative: Involves diverse actors, including government (state and municipal), private sector (technology-based and traditional companies), academia (universities and research institutes), funding foundations, and civil society organizations (incubators, technology parks, innovation centers). Coordination Mechanisms: The relationships between these actors are guided by coordination mechanisms that seek to align efforts and resources towards common objectives. Central, but Decentralized and Informal Leadership: Although central leadership may exist, the governance approach often encourages the protagonism of actors in a decentralized manner and with a low degree of formality, which can be both a positive characteristic (flexibility) and a challenge (sustainability). Central Initiatives: Innovation Pact: An important initiative created to enhance collaboration within the ecosystem, involving a large number of organizations and actions focused on common objectives. The Pact’s governance aims at articulation and coordination, but has faced challenges in sustainability and mobilizing new “orchestrators” (coordination agents). SC Mais Inovação Program: Coordinated by the State Secretariat of Science, Technology and Innovation (SCTI), it seeks to connect government, private initiative, academia and organized civil society, with a focus In the implementation of regional Innovation Centers, thematic hubs, and support for projects and fundraising. Regional Focus and Innovation Centers: There is a strong movement to develop and activate innovation ecosystems in the various regions of the state, with Innovation Centers being important structures to catalyze entrepreneurship and a culture of innovation at the local level. Challenges: Despite the maturity of the EI-SC (Santa Catarina Innovation Estate) and the recognition of Florianópolis as the “Innovation Capital,” research points to historical weaknesses regarding the capacity for robust collaboration among all actors, coordination of efforts, and continuous convergence of resources. The sustainability of governance initiatives is a point of attention. In summary, governance is a continuous effort in Santa Catarina to orchestrate interactions between multiple actors, using state programs and collaborative initiatives such as the Pact for Innovation, but always seeking to balance central leadership with the autonomy and protagonism of local actors.
Uma característica marcante do ecossistema catarinense é a distribuição da inovação em vários polos de destaque:
Conhecida como “Ilha do Silício”, possui a maior concentração de empresas de tecnologia (startups e grandes empresas) e é o berço do ecossistema. Abriga a UFSC, o Sapiens Parque (grande parque tecnológico) e a sede da ACATE.
Referência como o “Vale do Software”, com grande foco no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial (ERPs, CRMs), influenciada pela forte base industrial, especialmente têxtil, da região.
Importante polo industrial, principalmente nos segmentos metal-mecânico, eletroeletrônico e têxtil. O setor de tecnologia atende amplamente essa base industrial, com muitas empresas de software e automação.
Abrange cidades como Itajaí e Balneário Camboriú, mostrando um crescimento expressivo na área de tecnologia e serviços digitais.
Destaque no desenvolvimento de Ecossistemas Locais de Inovação (ELIs), com foco em empreendedorismo e apoio a startups.
Forte atuação do setor de tecnologia ligado ao agronegócio e à agroindústria.
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A striking characteristic of the Santa Catarina ecosystem is the distribution of innovation across several prominent hubs:
Known as the “Silicon Island,” it has the highest concentration of technology companies (startups and large companies) and is the cradle of the ecosystem. It houses UFSC (Federal University of Santa Catarina), Sapiens Parque (a large technology park), and the headquarters of ACATE (Association of Technological and Economic Professionals of Santa Catarina).
A reference as the “Software Valley,” with a strong focus on the development of enterprise management software (ERPs, CRMs), influenced by the region’s strong industrial base, especially in textiles.
An important industrial hub, mainly in the metal-mechanical, electro-electronic, and textile segments. The technology sector largely serves this industrial base, with many software and automation companies.
Encompassing cities such as Itajaí and Balneário Camboriú, showing significant growth in the area of technology and digital services.
Highlights the development of Local Innovation Ecosystems (LIEs), focusing on entrepreneurship and support for startups.
Strong performance of the technology sector linked to agribusiness and agro-industry.
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