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O Espírito Santo consolidou-se em 2026 como um dos ecossistemas de inovação mais eficientes e equilibrados do Brasil, impulsionado por uma gestão fiscal rigorosa e uma localização geográfica privilegiada no Sudeste. O ecossistema capixaba, conhecido pela sua agilidade e integração, foca na diversificação de uma economia historicamente baseada em commodities para uma economia de alto valor agregado, centrada em tecnologia logística, energia limpa e inovação industrial. A sinergia entre o setor público e privado permitiu que o estado se tornasse um laboratório de soluções para o comércio exterior e para a descarbonização das cadeias produtivas globais.
A governança é coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (SECTI-ES), que atua em conjunto com a Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI). Essa estrutura de governança tripartite, envolvendo governo, academia e setor produtivo, garante que as diretrizes do programa “ES Inteligente” sejam executadas com foco no aumento da competitividade sistêmica do estado. A estabilidade política e a clareza nas metas de longo prazo permitem que o Espírito Santo ofereça um ambiente de negócios seguro, com marcos regulatórios modernos que incentivam a inovação aberta e o investimento estrangeiro.
Vitória permanece como o centro administrativo e financeiro, concentrando os principais hubs de serviços digitais. Vila Velha destaca-se como polo de tecnologia e logística, enquanto Serra consolida seu perfil industrial voltado para a manufatura avançada. No interior, Linhares emerge como um polo de inovação no agronegócio e fabricação de bens de consumo, e Cachoeiro de Itapemirim lidera a inovação tecnológica no setor de rochas ornamentais, aplicando inteligência artificial e processos sustentáveis na extração e beneficiamento de mármore e granito.
O Governo do Estado do Espírito Santo opera através da Fapes (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo), que gerencia editais robustos voltados para startups e pesquisa aplicada. Programas como o Centelha e o Tecnova ES são fundamentais para o surgimento de novos empreendedores tecnológicos. O destaque fica para o Fundo Soberano do Espírito Santo, que utiliza recursos dos royalties do petróleo para investir em projetos estruturantes de inovação e sustentabilidade, garantindo que a riqueza mineral seja convertida em capital intelectual e tecnologia para as futuras gerações.
A Findes (Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo) lidera a modernização industrial através do Senai ES e do Instituto de Tecnologia da Findes, que oferece suporte em P&D para as empresas locais. O Sebrae Espírito Santo atua na capacitação de pequenas empresas e no fortalecimento das comunidades locais de inovação. Outras instituições, como o movimento ES em Ação, colaboram para a integração do empresariado em torno de metas comuns de desenvolvimento, garantindo que o ecossistema seja alimentado por demandas reais de mercado e soluções práticas.
A economia capixaba é sustentada por gigantes como a Vale, com foco em logística ferroviária e portuária sustentável, e a ArcelorMittal Tubarão, que lidera a inovação na siderurgia de baixo carbono. A Suzano mantém operações de alta tecnologia em celulose, enquanto a Petrobras impulsiona o setor de óleo e gás. No setor privado de infraestrutura, a VLI Logística e a Log-In Logística Intermodal são peças-chave no hub logístico capixaba. A diversificação também é vista na força de empresas locais como a Frisa e a Unimed Vitória, que investem em inovação processual e tecnológica.
O cenário de investimentos no estado amadureceu com a criação do fundo de Venture Capital do Fundo Soberano, gerido em parceria com a Bandes (Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo). Esse fundo aporta recursos em startups com alto potencial de crescimento, atraindo também gestoras privadas. Redes de investidores anjo, como o Vix Angels, conectam executivos de grandes indústrias a novas empresas de tecnologia. O ambiente regulatório favorável e os incentivos fiscais para reinvestimento em inovação tornam o Espírito Santo um destino atrativo para fundos nacionais que buscam segurança e escalabilidade.
A Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) é o principal centro de pesquisa acadêmica, com destaque internacional em engenharias e robótica. O Ifes (Instituto Federal do Espírito Santo) possui uma rede capilarizada no interior que foca em inovação tecnológica aplicada e extensão industrial. Instituições como a UVV (Universidade Vila Velha) também contribuem significativamente com centros de inovação e pesquisas em biotecnologia e saúde. A integração dessas universidades com o setor produtivo é facilitada por escritórios de transferência de tecnologia que garantem a aplicação prática do conhecimento gerado.
O Parque Tecnológico Metropolitano de Vitória funciona como o epicentro da conexão entre academia e mercado na capital. Já o Parque Tecnológico do Ifes, em Vila Velha, oferece laboratórios avançados para o desenvolvimento de hardware e automação. Essas infraestruturas são projetadas para abrigar centros de P&D de grandes corporações e acelerar empresas de base tecnológica. O estado investe na expansão dessas áreas para garantir que as startups tenham acesso a ambientes de prototipagem e validação de alta complexidade, reduzindo o tempo de lançamento de novos produtos no mercado.
O estado conta com hubs vibrantes como o Base27, focado em engenharia e construção, e o Hub Findes, que atua na inovação aberta para a indústria. O InovaES funciona como o catalisador de inovação para o setor público. Esses espaços promovem a cultura da colaboração e do networking, oferecendo mentorias e programas de aceleração que conectam o talento local aos grandes desafios das indústrias âncoras. A dinâmica desses hubs permite que o Espírito Santo se posicione como um centro de inteligência setorial, atraindo startups de outros estados interessadas no mercado B2B capixaba.
O Espírito Santo gerou startups de destaque como a Shipay, focada em pagamentos digitais, e a Yooga, que revolucionou a gestão para o setor de alimentação. No setor industrial, startups de visão computacional e IoT aplicadas à segurança do trabalho ganham força. Soluções voltadas para o Porto Inteligente (Smart Port) utilizam inteligência artificial para otimizar o fluxo de cargas e reduzir o tempo de atracação. Essas empresas exemplificam a capacidade do estado em desenvolver tecnologias que resolvem gargalos operacionais reais, com modelos de negócios que possuem alta capacidade de exportação e escalabilidade.
O estado sedia eventos importantes como a InovaWeek, promovida pela UVV, e o Fórum MCI, que reúne as lideranças estaduais para planejar o futuro do ecossistema. A Semana Estadual de Ciência e Tecnologia, coordenada pela SECTI-ES, mobiliza anualmente milhares de estudantes e profissionais. Esses congressos são vitais para a atualização tecnológica e para o fortalecimento da rede de contatos entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, consolidando o Espírito Santo como um polo de discussão sobre tecnologias portuárias e sustentabilidade industrial na América Latina.
A Vitoria Stone Fair é a maior feira de rochas ornamentais das Américas, servindo como vitrine para inovações em maquinário e sustentabilidade extrativa. Outro destaque é a Mec Show, focada em metalmecânica e automação industrial, que atrai compradores internacionais para o Espírito Santo. No agronegócio, feiras voltadas para a cafeicultura e fruticultura demonstram o avanço das Agrotechs locais. Esses eventos são cruciais para o fechamento de contratos de exportação e para a demonstração da capacidade produtiva e tecnológica das empresas instaladas no território capixaba.
A economia capixaba em 2026 é guiada pela Transição Energética e pelo fortalecimento do Hub Logístico Global. A principal tendência é a produção de Hidrogênio Verde, aproveitando a infraestrutura portuária existente. O estado também foca na digitalização da cadeia de suprimentos (Logística 4.0) e no incentivo à economia circular, especialmente nos setores de mineração e siderurgia. O fortalecimento do setor de serviços tecnológicos, visando reduzir a dependência das commodities, é uma diretriz central, apoiada por investimentos em educação profissional de alto nível e infraestrutura de dados.
A articulação com o Governo Federal foca na expansão da infraestrutura ferroviária através da EF-118, conectando os portos capixabas ao restante do país. Parcerias com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) permitem o acesso a fundos nacionais para a modernização de portos e aeroportos. O estado também busca integração com as políticas nacionais de descarbonização, posicionando seus terminais marítimos como pontos estratégicos para a exportação de energia limpa produzida no Brasil, contando com o apoio de agências federais de fomento e regulação.
O Espírito Santo mantém parcerias estratégicas com o Estado de Minas Gerais através do Corredor Centro-Leste, facilitando o escoamento da produção mineira pelos portos capixabas. Com o Estado do Rio de Janeiro, a colaboração ocorre no setor de óleo e gás e na gestão costeira. Parcerias com o Estado de São Paulo focam no intercâmbio de fluxos de investimento e acesso a mercados consumidores. Essas colaborações interestaduais fortalecem a posição do Espírito Santo como o elo logístico fundamental do Sudeste, otimizando cadeias de suprimento e reduzindo custos operacionais nacionais.
A internacionalização capixaba é impulsionada por acordos com a China e a Itália, focados em tecnologia para o setor de rochas e infraestrutura portuária. Parcerias com os Estados Unidos visam a atração de empresas de tecnologia e biotecnologia. O estado utiliza o porto de Tubarão e o Porto de Vitória como cartões de visita para investidores internacionais. A cooperação técnica com a Alemanha em energias renováveis e eficiência industrial garante que o Espírito Santo esteja alinhado aos padrões globais de ESG, facilitando a entrada de produtos capixabas em mercados europeus exigentes.
Investidores encontram no Espírito Santo oportunidades ímpares na Logística de Valor Agregado, gestão portuária inteligente e geração de energias renováveis (eólica offshore e solar). O setor de TI demanda soluções para cibersegurança e análise de dados em tempo real para o comércio exterior. No mercado imobiliário corporativo, há demanda por galpões logísticos de alto padrão. O setor de saúde e farmacêutico também apresenta expansão, impulsionado por incentivos específicos e pela facilidade de distribuição nacional a partir do território capixaba, reduzindo prazos e custos logísticos.
O apoio ao comércio exterior é coordenado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Findes e pela ApexBrasil, que auxiliam as empresas na prospecção de mercados internacionais. O estado oferece segurança jurídica e incentivos fiscais competitivos para empresas de trading e importação. A estrutura aduaneira da Receita Federal e dos portos é reconhecida pela eficiência, garantindo agilidade no desembaraço de mercadorias. Além disso, consultorias especializadas e redes de logística intermodal garantem que o exportador capixaba alcance mercados globais com competitividade e qualidade garantida.
O ecossistema de inovação do Espírito Santo em 2026 é um exemplo de como a estabilidade institucional pode acelerar a modernização econômica. Segundo o Brasil Inovador, o estado soube transformar sua vocação logística em um trunfo tecnológico, deixando de ser apenas um corredor de passagem para se tornar um centro de inteligência e valor agregado. A tendência é que o Espírito Santo se consolide como o principal “Porto Verde” do Atlântico Sul, unindo eficiência operacional à sustentabilidade. O Brasil Inovador destaca que o sucesso futuro depende da manutenção do diálogo entre os setores da hélice quádrupla e da contínua aposta na qualificação de talentos para a economia digital, garantindo que o estado continue sendo a joia logística e inovadora do Sudeste brasileiro.
By 2026, Espírito Santo has established itself as one of the most efficient and balanced innovation ecosystems in Brazil, driven by rigorous fiscal management and a privileged geographical location in the Southeast. The Capixaba ecosystem, known for its agility and integration, focuses on diversifying an economy historically based on commodities toward a high-value-added economy centered on logistics technology, clean energy, and industrial innovation. The synergy between the public and private sectors has allowed the state to become a laboratory for solutions in foreign trade and the decarbonization of global production chains.
Governance is coordinated by the Secretariat of Science, Technology, Innovation, and Vocational Education (SECTI-ES), working alongside the Capixaba Mobilization for Innovation (MCI). This tripartite governance structure, involving government, academia, and the productive sector, ensures that the guidelines of the “Smart ES” program are executed with a focus on increasing the state’s systemic competitiveness. Political stability and clarity in long-term goals allow Espírito Santo to offer a secure business environment with modern regulatory frameworks that encourage open innovation and foreign investment.
Vitória remains the administrative and financial center, concentrating major digital service hubs. Vila Velha stands out as a technology and logistics hub, while Serra consolidates its industrial profile focused on advanced manufacturing. In the interior, Linhares emerges as an innovation hub in agribusiness and consumer goods manufacturing, and Cachoeiro de Itapemirim leads technological innovation in the ornamental stone sector, applying artificial intelligence and sustainable processes to the extraction and processing of marble and granite.
The Government of the State of Espírito Santo operates through Fapes (Espírito Santo Research and Innovation Support Foundation), which manages robust calls for startups and applied research. Programs such as “Centelha” and “Tecnova ES” are fundamental for the emergence of new technological entrepreneurs. A highlight is the Espírito Santo Sovereign Fund, which uses oil royalty resources to invest in structural innovation and sustainability projects, ensuring that mineral wealth is converted into intellectual capital and technology for future generations.
The Findes (Federation of Industries of the State of Espírito Santo) leads industrial modernization through Senai ES and the Findes Technology Institute, which offers R&D support for local companies. Sebrae Espírito Santo works on training small businesses and strengthening local innovation communities. Other institutions, such as the ES em Ação movement, collaborate to integrate the business community around common development goals, ensuring the ecosystem is fueled by real market demands and practical solutions.
The Capixaba economy is supported by giants such as Vale, with a focus on sustainable rail and port logistics, and ArcelorMittal Tubarão, which leads innovation in low-carbon steelmaking. Suzano maintains high-tech operations in pulp, while Petrobras drives the oil and gas sector. In the private infrastructure sector, VLI Logística and Log-In Logística Intermodal are key players in the Capixaba logistics hub. Diversification is also seen in the strength of local companies like Frisa and Unimed Vitória, which invest in procedural and technological innovation.
The investment landscape in the state has matured with the creation of the Sovereign Fund’s Venture Capital fund, managed in partnership with Bandes (Development Bank of Espírito Santo). This fund provides resources for startups with high growth potential, also attracting private managers. Angel investor networks, such as Vix Angels, connect executives from large industries to new technology companies. The favorable regulatory environment and tax incentives for reinvestment in innovation make Espírito Santo an attractive destination for national funds seeking security and scalability.
The Ufes (Federal University of Espírito Santo) is the main academic research center, with international prominence in engineering and robotics. The Ifes (Federal Institute of Espírito Santo) has a widespread network in the interior focusing on applied technological innovation and industrial extension. Institutions like UVV (Vila Velha University) also contribute significantly with innovation centers and research in biotechnology and health. The integration of these universities with the productive sector is facilitated by technology transfer offices that ensure the practical application of generated knowledge.
The Vitória Metropolitan Technology Park functions as the epicenter of the connection between academia and the market in the capital. Meanwhile, the Ifes Technology Park in Vila Velha offers advanced laboratories for hardware development and automation. These infrastructures are designed to house R&D centers for large corporations and accelerate technology-based companies. The state is investing in expanding these areas to ensure startups have access to high-complexity prototyping and validation environments, reducing the time to launch new products to market.
The state boasts vibrant hubs such as Base27, focused on engineering and construction, and the Hub Findes, which works on open innovation for the industry. InovaES acts as the innovation catalyst for the public sector. These spaces promote a culture of collaboration and networking, offering mentorship and acceleration programs that connect local talent to the major challenges of anchor industries. The dynamics of these hubs allow Espírito Santo to position itself as a sectoral intelligence center, attracting startups from other states interested in the Capixaba B2B market.
Espírito Santo has generated prominent startups such as Shipay, focused on digital payments, and Yooga, which revolutionized management for the food sector. In the industrial sector, computer vision and IoT startups applied to workplace safety are gaining strength. Solutions aimed at “Smart Ports” use artificial intelligence to optimize cargo flow and reduce docking time. These companies exemplify the state’s ability to develop technologies that solve real operational bottlenecks, with business models that have high export capacity and scalability.
The state hosts important events such as InovaWeek, promoted by UVV, and the MCI Forum, which brings together state leaders to plan the future of the ecosystem. The State Science and Technology Week, coordinated by SECTI-ES, annually mobilizes thousands of students and professionals. These congresses are vital for technological updates and for strengthening the network between Brazilian and foreign researchers, consolidating Espírito Santo as a hub for discussion on port technologies and industrial sustainability in Latin America.
The Vitória Stone Fair is the largest ornamental stone fair in the Americas, serving as a showcase for innovations in machinery and extractive sustainability. Another highlight is Mec Show, focused on metal-mechanics and industrial automation, which attracts international buyers to Espírito Santo. In agribusiness, fairs focused on coffee and fruit farming demonstrate the advancement of local Agrotechs. These events are crucial for closing export contracts and demonstrating the productive and technological capacity of companies installed in the Capixaba territory.
The Capixaba economy in 2026 is guided by the Energy Transition and the strengthening of the Global Logistics Hub. The main trend is the production of Green Hydrogen, taking advantage of existing port infrastructure. The state also focuses on the digitalization of the supply chain (Logistics 4.0) and encouraging a circular economy, especially in the mining and steel sectors. Strengthening the technological services sector to reduce dependence on commodities is a central guideline, supported by investments in high-level vocational education and data infrastructure.
Coordination with the Federal Government focuses on expanding railway infrastructure through the EF-118, connecting Capixaba ports to the rest of the country. Partnerships with the Ministry of Science, Technology, and Innovation (MCTI) allow access to national funds for modernizing ports and airports. The state also seeks integration with national decarbonization policies, positioning its maritime terminals as strategic points for exporting clean energy produced in Brazil, with support from federal development and regulatory agencies.
Espírito Santo maintains strategic partnerships with the State of Minas Gerais through the Central-East Corridor, facilitating the flow of Minas Gerais production through Capixaba ports. With the State of Rio de Janeiro, collaboration occurs in the oil and gas sector and coastal management. Partnerships with the State of São Paulo focus on the exchange of investment flows and access to consumer markets. These interstate collaborations strengthen Espírito Santo’s position as the fundamental logistics link of the Southeast, optimizing supply chains and reducing national operational costs.
Capixaba internationalization is driven by agreements with China and Italy, focused on technology for the stone and port infrastructure sectors. Partnerships with the United States aim to attract technology and biotechnology companies. The state uses the Port of Tubarão and the Port of Vitória as calling cards for international investors. Technical cooperation with Germany in renewable energies and industrial efficiency ensures that Espírito Santo is aligned with global ESG standards, facilitating the entry of Capixaba products into demanding European markets.
Investors find unique opportunities in Espírito Santo in Value-Added Logistics, smart port management, and renewable energy generation (offshore wind and solar). The IT sector demands solutions for cybersecurity and real-time data analysis for foreign trade. In the corporate real estate market, there is a demand for high-standard logistical warehouses. The health and pharmaceutical sector is also expanding, driven by specific incentives and the ease of national distribution from the Capixaba territory, reducing logistical times and costs.
Support for foreign trade is coordinated by the International Business Center (CIN) of Findes and ApexBrasil, which assist companies in prospecting international markets. The state offers legal security and competitive tax incentives for trading and import companies. The customs structure of the Federal Revenue Service and the ports is recognized for its efficiency, ensuring agility in customs clearance. Furthermore, specialized consultancies and intermodal logistics networks ensure that the Capixaba exporter reaches global markets with competitiveness and guaranteed quality.
The innovation ecosystem of Espírito Santo in 2026 is an example of how institutional stability can accelerate economic modernization. According to Brasil Inovador, the state successfully transformed its logistical vocation into a technological asset, moving from being just a transit corridor to becoming an intelligence and value-added center. The trend is for Espírito Santo to consolidate itself as the main “Green Port” of the South Atlantic, uniting operational efficiency with sustainability. Brasil Inovador highlights that future success depends on maintaining the dialogue between the sectors of the quadruple helix and the continuous bet on qualifying talent for the digital economy, ensuring the state remains the logistical and innovative jewel of the Brazilian Southeast.
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