O Polo ACATE-BLUSOFT, sediado no Vale Europeu, promoveu em abril o workshop Internacionalizar, evento que marcou o lançamento oficial de seu Programa de Internacionalização. O encontro reuniu empresários, especialistas e parceiros estratégicos com o objetivo de oferecer as ferramentas iniciais para a inserção de negócios catarinenses no mercado global. Durante o evento, as empresas participaram de um diagnóstico de maturidade, ferramenta essencial para guiar a jornada individual de cada organização ao longo dos próximos meses de capacitação. Foto: divulgação.
Parcerias estratégicas fortalecem o suporte técnico e financeiro ao programa
A iniciativa conta com o apoio de instituições fundamentais para o desenvolvimento regional e o comércio exterior. Representantes do BRDE e do Sebrae/SC apresentaram visões estratégicas sobre o financiamento e a gestão de projetos voltados ao crescimento empresarial. Além disso, a metodologia da ApexBrasil foi detalhada por meio do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), garantindo que todas as empresas cadastradas tenham acesso a suporte técnico especializado e metodologias comprovadas para competir internacionalmente.
Capacitação técnica aborda desafios e oportunidades no cenário internacional
Conduzido pela internacionalista Klara Salvalagio, o workshop abordou temas cruciais como os primeiros passos para a expansão e os desafios comuns encontrados em mercados estrangeiros. Além do conteúdo técnico, a noite foi marcada pelo fortalecimento do networking entre os participantes, permitindo a troca de experiências entre empresas que buscam escalas globais. O programa segue agora com etapas de acompanhamento e suporte estratégico, preparando o ecossistema de inovação do Vale Europeu para elevar seu patamar de competitividade e presença no exterior.
Brasil Inovador
O início do Programa de Internacionalização da ACATE-BLUSOFT em 2026 reflete uma tendência consolidada nos ecossistemas de tecnologia de Santa Catarina: a transição da competitividade local para a relevância global. Para o portal Brasil Inovador, a integração de metodologias como a da ApexBrasil e o suporte do BRDE demonstra que o Vale Europeu está orquestrando sua própria infraestrutura de exportação de inteligência. Em um cenário de negócios onde a escala internacional é fundamental para a sustentabilidade de startups, iniciativas que unem diagnóstico de maturidade e networking qualificado reduzem o “custo de aprendizado” em solo estrangeiro. Em 2026, a inovação brasileira não se define apenas pelo que cria, mas pela agilidade com que seus polos regionais conectam o talento local às demandas e capitais de ecossistemas globais.