O Grupo Equatorial e o EQT Lab promovem, no dia 19 de agosto de 2026, das 15h às 17h, o evento simultâneo Órbita Day para apresentar publicamente os desafios operacionais e tecnológicos da nova edição de seu programa de inovação aberta. O encontro presencial ocorrerá de forma integrada em dois polos estratégicos do ecossistema de inovação brasileiro: no Instituto Caldeira, localizado no bairro Navegantes em Porto Alegre (RS), e na sede do EQT Lab, no Centro Histórico de São Luís (MA). A iniciativa tem como objetivo conectar startups, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), Instituições de Ensino Superior (IES), Empresas de Base Tecnológica (EBTs) e empreendedores de todo o país às operações do conglomerado, acelerando a validação de soluções aplicadas aos setores de energia elétrica, saneamento básico, telecomunicações e serviços financeiros.
Com a apresentação das demandas corporativas para o ciclo de 2026, a organização busca atrair projetos capazes de gerar eficiência operacional, sustentabilidade e novas linhas de receita para as concessões administradas pelo grupo em diversas regiões do Brasil.
Integração de hubs regionais e conexão com o ecossistema nacional
A realização do evento em duas capitais estratégicas reforça a diretriz do Grupo Equatorial de descentralizar o fomento à tecnologia, aproximando a corporação tanto de um dos principais centros de inovação do Sul do país quanto da base operacional no Nordeste. No Instituto Caldeira, o evento ocupará a Arquibancada 1 da sede em Porto Alegre, enquanto em São Luís as atividades concentram-se no auditório do EQT Lab. A presença física nas duas praças viabiliza o contato direto entre os executivos do grupo e a comunidade científica e empreendedora regional.
A estrutura do programa foi desenhada para selecionar projetos de base tecnológica com maturidade para testes de conceito (PoC) e projetos-piloto em ambiente real. A aproximação entre corporações multiutilidades e o ecossistema acadêmico-empresarial permite reduzir o tempo de desenvolvimento de soluções proprietárias para gargalos históricos da infraestrutura nacional.
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Startups e EBTs: Acesso direto às bases operacionais e dados industriais do conglomerado para validação e escala comercial de produtos.
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ICTs e IES: Oportunidade de transferência de tecnologia acadêmica e aplicação prática de pesquisas científicas financiadas com foco em utilidade pública.
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Empreendedores e Fundadores: Interação com lideranças corporativas e comitês de inovação para co-desenvolvimento de soluções customizadas.
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Modelos de Negócio: Possibilidade de firmar contratos de fornecimento B2B, parcerias estratégicas de distribuição ou receber investimentos de aceleração.
| Unidade do Evento | Localização Física | Endereço Operacional | Público-Alvo Regional |
| Polo Porto Alegre (RS) | Instituto Caldeira (Arquibancada 1) | Travessa São José, 455 – Bairro Navegantes | Ecossistema da Região Sul e hubs de tecnologia do RS |
| Polo São Luís (MA) | EQT Lab (Auditório Principal) | Rua do Giz, 139 – Centro Histórico | Ecossistema do Norte/Nordeste e centros de pesquisa |
VETORES DE ATUAÇÃO E SETORES DE IMPACTO NAS OPERAÇÕES
O programa de inovação aberta do Grupo Equatorial abrange múltiplas verticais de infraestrutura, refletindo a diversificação do portfólio do grupo na gestão de serviços essenciais. Os desafios apresentados no Órbita Day foram mapeados a partir de gargalos operacionais e metas de sustentabilidade ambiental, governança e eficiência tarifária.
A busca por soluções abrange quatro pilares industriais e tecnológicos principais:
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Energia Elétrica: Tecnologias para redes inteligentes (smart grids), combate a perdas não técnicas, automação de subestações, manutenção preditiva de linhas de transmissão e sistemas de armazenamento de energia.
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Saneamento Básico: Soluções de detecção de vazamentos em tempo real, tratamento de efluentes, eficiência energética em estações de bombeamento e telemetria para medição de consumo.
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Telecomunicações: Infraestrutura para conectividade rural, expansão de redes de fibra óptica, computação na borda (edge computing) e monitoramento de ativos remotos.
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Serviços e Finanças: Ferramentas digitais de relacionamento com o cliente, soluções de pagamento, análise preditiva de inadimplência e plataformas de atendimento omnichannel com inteligência artificial.
| Vertical Operacional | Desafios prioritários mapeados | Impacto esperado nos indicadores |
| Distribuição e Transmissão de Energia | Redução de perdas comerciais e inteligência de rede | Aumento na confiabilidade do suprimento e redução de OPEX |
| Saneamento e Meio Ambiente | Monitoramento de perdas d’água e gestão de efluentes | Conformidade com o Marco Legal do Saneamento |
| Telecom e Conectividade | Redes privativas e sensoriamento IoT de campo | Automação de equipes técnicas e resposta rápida a falhas |
| Serviços ao Cliente | Digitalização da jornada de pagamento e atendimento | Elevação dos índices de satisfação e redução de atrito |
Metodologia de seleção e etapas de desenvolvimento do programa
O programa Órbita adota um pipeline estruturado de inovação aberta, dividindo a jornada de conexão entre o primeiro contato e a implementação comercial em fases bem definidas. Durante o Órbita Day, os gestores do EQT Lab detalharão o cronograma de inscrições, os critérios de avaliação técnica das propostas e os modelos contratuais adotados para garantir a segurança jurídica de ambas as partes.
As propostas submetidas passam por uma triagem rigorosa executada por bancas avaliadoras compostas por especialistas do setor elétrico, engenheiros operacionais e mentores do ecossistema de startups. As selecionadas avançam para a fase de pitch, onde defendem a viabilidade econômica e técnica da solução diretamente para os diretores das unidades de negócio do grupo.
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Fase de Inscrição e Diagnóstico: Mapeamento das propostas e alinhamento com os desafios apresentados.
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Banca de Avaliação Técnica: Análise do nível de maturidade tecnológica (TRL) e viabilidade de integração.
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Imersão e Pitch Day: Apresentação detalhada da proposta de valor e definição do escopo da prova de conceito.
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Execução do Piloto: Teste das tecnologias em campo com aporte de recursos e acompanhamento técnico por até seis meses.
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Escala Corporativa: Avaliação de resultados operacionais para contratação formal ou expansão do projeto para outras concessões.
| Etapa da Jornada | Atividade Principal | Resultado Esperado |
| Lançamento dos Desafios | Apresentação no Órbita Day | Abertura oficial do edital de inscrição |
| Filtragem e Seleção | Análise de aderência e capacidade técnica | Lista de projetos finalistas para o Pitch Day |
| Prototipagem em Campo | Testes e validação em operações reais | Relatório de indicadores e viabilidade de ROI |
| Contratação e Escala | Assinatura de contratos B2B ou parcerias | Integração da solução ao portfólio do grupo |
Inscrições e orientações para participantes
Devido à capacidade limitada dos auditórios no Instituto Caldeira e no EQT Lab, a participação no Órbita Day exige confirmação prévia. As inscrições para o evento presencial e o acesso ao edital completo com o detalhamento técnico de cada desafio estão disponíveis nos canais oficiais de comunicação do programa e nas redes sociais da instituição.
A organização recomenda que os representantes de startups, pesquisadores de ICTs e executivos de empresas de tecnologia revisem previamente os eixos temáticos do programa para otimizar as interações durante as sessões de networking que ocorrerão após as apresentações principais em Porto Alegre e São Luís.
| Informação Operacional | Detalhamento |
| Data e Horário | 19 de agosto de 2026, das 15h às 17h |
| Locais Simultâneos | Porto Alegre/RS (Instituto Caldeira) e São Luís/MA (EQT Lab) |
| Modalidade de Acesso | Presencial, mediante inscrição prévia devido ao limite de vagas |
| Perfil dos Projetos | Soluções com protótipo funcional ou prontas para validação comercial |
Análise Brasil Inovador
A iniciativa do Grupo Equatorial e do EQT Lab ao lançar o Órbita Day ilustra a evolução da inovação aberta no setor de infraestrutura e serviços públicos no Brasil. Setores tradicionalmente altamente regulados e de capital intensivo, como energia elétrica e saneamento, não podem mais depender exclusivamente de ciclos internos de P&D para responder à velocidade da transição energética e à exigência por eficiência operacional. A descentralização da chamada de inovação entre o Sul e o Nordeste do país demonstra uma visão estratégica apurada ao reconhecer que competências tecnológicas relevantes e startups com capacidade de resolver problemas industriais estão distribuídas por diversos ecossistemas regionais. A médio e longo prazo, a integração estruturada de tecnologias desenvolvidas por ICTs e startups nas operações de grandes concessionárias tende a reduzir os custos operacionais da prestação de serviços essenciais, acelerar a modernização das redes de distribuição e criar um modelo replicável de atração de capital privado para a pesquisa e desenvolvimento aplicada no ecossistema nacional de tecnologia.