Como escolher um brinco de diamante

Para escolher um brinco de diamante, olhe quatro pontos antes do preço: o quilate da pedra, a lapidação, o tipo de fecho e o certificado. Esses quatro definem o brilho, a segurança no uso e quanto a joia realmente vale. O resto é estilo.

Comece pelo peso em quilates

O quilate mede o peso do diamante, e não o tamanho aparente na orelha.

Em um par de brincos, é comum a loja informar o peso total das duas pedras somadas.

Confira se o número se refere a cada pedra ou ao par, porque isso muda bastante o valor.

Pedras entre 0,25 e 0,50 quilate por lado costumam ser as mais procuradas para uso diário.

A lapidação é o que faz brilhar

A lapidação é o corte da pedra, e é ela que devolve a luz aos seus olhos.

Um diamante bem lapidado reflete mais brilho do que uma pedra maior mal cortada.

A lapidação redonda brilhante é a mais clássica para brinco, por espalhar bem a luz.

Ovais, princesa e gota aparecem em quem quer um desenho um pouco diferente.

Cor e pureza da pedra

A cor mede o quanto o diamante se aproxima do incolor, que é o mais valorizado.

A pureza mede as pequenas marcas internas, chamadas inclusões, que quase nunca se veem a olho nu.

No brinco, a distância do rosto perdoa pequenas variações que seriam notadas em um anel.

Por isso dá para equilibrar cor, pureza e orçamento sem perder o efeito visual.

O fecho e a segurança no uso

O fecho segura a pedra na orelha, e ele importa tanto quanto a pedra:

  •         A tarraxa comum é prática, mas pode afrouxar com o tempo.
  •         A tarraxa de rosca prende com giro e reduz o risco de perda.
  •         O fecho de pressão com trava é firme e confortável para uso diário.
  •         Verifique também se a base que abraça a pedra tem garras bem acabadas.

O ouro que sustenta o diamante

O ouro 18k é o mais usado em joia fina, por unir resistência e brilho durável.

O ouro branco combina com o incolor do diamante e realça a pedra.

O ouro amarelo e o rosa trazem contraste e um ar mais quente ao conjunto.

Peças em ouro 18k reciclado têm a mesma qualidade e reduzem o impacto da extração.

Diamante natural ou de laboratório

O diamante de laboratório é o mesmo material do diamante extraído, com a mesma composição de carbono.

Ele tem a mesma dureza, o mesmo brilho e a mesma refração, e passa nos mesmos testes de autenticidade.

A diferença está na origem, criado em laboratório em vez de retirado do solo.

Para o mesmo quilate e a mesma qualidade, o de laboratório costuma custar bem menos.

Quem quer entender as opções lado a lado pode comparar modelos de brinco de diamante cultivado em laboratório e ver como o tamanho da pedra muda o preço final.

Por que o certificado importa

O certificado é o documento que descreve quilate, cor, pureza e lapidação da pedra.

Ele é a prova de que o brinco de diamante que você comprou é o que foi anunciado.

No Brasil, joalherias como a Aurora Diamonds acompanham os diamantes acima de 0,5 quilate com laudo do IGI ou do GIA, os dois institutos gemológicos mais reconhecidos.

Abaixo desse peso, um certificado de autenticidade da própria marca já registra as características da pedra.

+
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.