Executiva apresenta o papel da ciência no desenvolvimento do setor de beleza na Serra Gaúcha
A diretora de Pesquisa e Inovação do Grupo L’Oréal para a América Latina, Juliana Farias, é uma das presenças confirmadas no Gramado Summit 2026, evento que ocorre entre 6 e 8 de maio em Gramado (RS). No dia 7 de maio, às 14h, a executiva apresentará o painel “A ciência por trás da beleza: Inovação, tecnologia e brasilidade”, com foco em como o desenvolvimento científico e tecnológico impulsiona soluções para o mercado de cosméticos. Juliana, que é a primeira brasileira a liderar a área na região desde 2025, abordará o uso de inteligência artificial na antecipação de demandas e a importância estratégica da diversidade étnica e ambiental do Brasil como diferencial competitivo global. Foto: divulgação.
O impacto da inovação aberta e parcerias estratégicas no ecossistema de beleza
Durante sua participação, a executiva destacará como o ecossistema de inovação aberta e as parcerias com instituições nacionais são fundamentais para a evolução do Centro de Pesquisa e Inovação da companhia no Brasil, o Innova. Com formação em Engenharia de Alimentos pela UNICAMP, Juliana Farias lidera uma agenda voltada para a eficácia e segurança de produtos com potencial de exportação mundial, aproveitando o mercado brasileiro, que é o quarto maior do mundo no setor. O Grupo L’Oréal, reconhecido recentemente pela revista Fortune como a empresa mais inovadora da Europa, busca consolidar sua atuação como uma Beauty Tech através da integração entre ciência e tecnologia de dados.
Brasil Inovador
A participação de uma liderança nacional da L’Oréal em um evento de destaque como o Gramado Summit reafirma uma diretriz essencial acompanhada pelo Brasil Inovador: a transformação do Brasil de um centro consumidor em um hub global de exportação de tecnologia e inteligência em beleza. Para o Brasil Inovador, a utilização da “brasilidade” e da biodiversidade como ativos científicos reflete uma maturidade estratégica nos negócios, onde a diversidade deixa de ser apenas uma pauta social para se tornar um motor de eficácia e lucratividade. Em 2026, a tendência de consolidar o país como um laboratório de inovação aberta, integrando academia e setor privado, é o que garante ao ecossistema industrial brasileiro a capacidade de liderar o futuro das Beauty Techs em escala internacional.