Startup Futuriza capta R$ 6,5 mi para fortalecer tecnologia e internacionalizar

Startup Futuriza capta R$ 6,5 mi para fortalecer tecnologia e internacionalizar
Após participar do ACATE Global Gateway, startup de Joinville está abrindo portas no mercado norte americano. Foto: divulgação

A fashiontech Futuriza, de Joinville e associada ao Polo ACATE-SOFTVILLE, anunciou a captação de R$ 6,5 milhões em rodada seed liderada pela Quartzo Capital, por meio do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), e com participação da JoinVC e da Antler. O investimento apoiará a startup a aprimorar sua solução de inteligência artificial (IA) aplicada à produção de imagens e vídeos no e-commerce de moda, além de acelerar a expansão internacional para atingir R$ 35 milhões de ARR (Receita Recorrente Anual) em 2029.

O relacionamento entre os investidores da Quartzo e a Futuriza teve início no Startup Summit em 2024 – à época do evento realizado pela ACATE e o Sebrae Startups, em Florianópolis, a empresa havia acabado de receber um investimento de R$ 659 mil da Antler e estava em seu primeiro ano de incubação na Softville Ágora, incubadora integrante da Rede MIDIHUB. A startup ainda faz parte da Vertical Varejo e o ACATE Internacionalização.

Em 2025, a Futuriza foi uma das participantes do ACATE Global Gateway, que promoveu capacitação para internacionalização e imersão no Canadá. A startup já iniciou sua expansão internacional com um projeto-piloto junto à marca de moda infantil Monica + Andy, nos Estados Unidos, e pretende abrir novas portas na América do Norte a partir de uma parceria com a incubadora canadense Toronto Fashion Incubator (TFI) – conexão que se desenvolveu durante o programa da ACATE, que teve o apoio da Fapesc.

No Brasil, a Futuriza saltou de 30 para 80 clientes em 2025, entre eles estão Farm, Hering, Brandili e Lez a Lez. No ano passado, a startup produziu mais de 30 mil imagens e vídeos com a solução que possui fluxos avançados de IA — com mais de 100 etapas e módulos plug-and-play — capazes de gerar conteúdos visuais de alta qualidade para coleções completas, reduzindo custos e tempo de lançamento.

Fundada por Felipe Silva (CEO) e Diogo Máximo (CTPO), a empresa surgiu a partir da percepção de que os ensaios fotográficos tradicionais se tornaram um gargalo para marcas digitais: caros, lentos e pouco escaláveis em um ambiente de consumo cada vez mais orientado por velocidade, conversão e experiência visual.

O CEO destaca que o ecossistema maduro de SC apoiou a empresa desde o início, fortalecendo o negócio, garantindo acesso a decisores de grandes marcas e impulsionando os primeiros passos no mercado global.

Felipe ressalta como a jornada de incubação na Softville Ágora fomentou o desenvolvimento da Futuriza. “A ajuda concedida foi essencial para formatarmos nosso modelo de negócio que, até então, carecia de foco num perfil de cliente ideal e também tinha grandes desafios de precificação, considerando todos os custos de IA e infraestrutura envolvidos. Na incubação, houve muita troca com founders de outros segmentos e mentorias especializadas que nos colocaram no caminho certo”, finaliza.

*Com informações de Pequenas Empresas & Grandes Negócios e SC Inova.

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Aldo Cargnelutti é editor na Rede Brasil Inovador.

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