Marcos Gaspar: como AI, Nuvem e Cybersecurity estão redefinindo a modernização

Marcos Gaspar: como AI, Nuvem e Cybersecurity estão redefinindo a modernização empresarial

Por Marcos Gaspar, District Manager da NetApp Brasil. Foto: Divulgação

À medida que 2026 começa, uma constatação se torna inevitável. AI, nuvem híbrida e cybersecurity deixaram de ser frentes independentes. A convergência dessas três dimensões passou a ditar o ritmo da transformação estrutural das empresas. Mais do que uma evolução tecnológica, trata-se de uma mudança profunda na forma como os negócios se organizam, operam e crescem.

A AI, em especial, cruza um ponto de não retorno. Ela sai definitivamente do ambiente experimental para ingressar na produção em larga escala, desde que esteja sustentada por dados unificados, governados e acessíveis. Essa base tornou-se um pré-requisito central para preparar, vetorizar e treinar modelos em ritmo industrial.

A chegada dos sistemas agentic, autônomos e capazes de aprendizado contínuo, reforça ainda mais essa necessidade. Sem uma base de dados sólida e inteligente, essa nova geração de AI não se sustenta. Em um cenário no qual as empresas já enfrentam forte pressão para modernizar suas arquiteturas, investir em uma fundação inteligente deixa de ser uma opção e se consolida como um imperativo estratégico.

Do “all cloud” à localização inteligente

Essa evolução da AI caminha lado a lado com uma mudança clara nas estratégias de nuvem. O antigo reflexo do “all cloud” perde força e dá lugar a uma abordagem mais pragmática e orientada a valor. A decisão sobre onde cada carga de trabalho realmente faz sentido passa a considerar critérios como desempenho, soberania, custo e velocidade de acesso aos dados.

Essa transição ocorre em um momento delicado. O mercado global de armazenamento e RAM enfrenta forte pressão. A demanda acelerada por IA generativa, impulsionada por clusters de GPU intensivos em memória, tem provocado escassez de componentes NAND e DRAM.

Diante desse contexto, as empresas são obrigadas a otimizar com ainda mais rigor a localização de seus dados e a racionalizar seus fluxos de trabalho, à medida que cada terabyte passa a representar um custo mais elevado.

Cybersecurity como pilar de resiliência

Ao mesmo tempo, a cybersecurity evolui para uma lógica de autodefesa. Com detecção de incidentes e recuperação quase instantânea viabilizadas por AI integrada à infraestrutura, proteger dados já não é suficiente. Em um mercado no qual os equipamentos se tornam mais caros e escassos, torna-se essencial garantir que os dados sejam resilientes, autônomos e capazes de se restaurar automaticamente.

Modernizar para durar

Para absorver esse duplo impacto, a aceleração da AI e a pressão sobre os componentes, as empresas precisam avançar rapidamente na modernização de suas infraestruturas com um objetivo central, a simplicidade operacional. A desagregação de recursos, que permite ajustar capacidade e desempenho de forma independente, torna-se fundamental para evitar investimentos desnecessários e ampliar a eficiência.

As migrações sem cópia, conhecidas como Copyless, surgem como outra alavanca estratégica. Ao eliminar a duplicação de dados, reduzem a pressão sobre a capacidade de armazenamento, diminuem custos e evitam indisponibilidade. O acesso verdadeiramente unificado aos dados, independentemente de onde estejam armazenados, deixa de ser um diferencial e passa a ser um requisito para controlar a complexidade crescente dos ambientes híbridos.

Em um mercado marcado pela volatilidade dos preços de hardware e pelo crescimento acelerado da demanda, a inteligência incorporada à infraestrutura consolida-se como a principal vantagem competitiva. Ela permite inovar com mais velocidade, proteger melhor e manter a agilidade diante dos choques externos. As organizações que conseguirem equilibrar modernização, inteligência e sobriedade tecnológica serão aquelas capazes de construir uma vantagem sustentável em 2026.

Há mais de três décadas, a NetApp tem ajudado as principais organizações do mundo a navegar pelas mudanças — desde o surgimento do armazenamento corporativo até a era inteligente, definida por dados e inteligência artificial (IA).

Hoje, a NetApp é a empresa de Infraestrutura Inteligente de Dados, ajudando os clientes a transformar dados em catalisadores de inovação, resiliência e crescimento.

No centro dessa infraestrutura está a plataforma de dados da NetApp — a base unificada, corporativa e inteligente que conecta, protege e ativa dados em todas as nuvens, cargas de trabalho e ambientes. Baseada no comprovado poder do NetApp ONTAP, o principal software e sistema operacional de gerenciamento de dados da empresa, e aprimorada por automação através do AI Data Engine e do AFX, ela oferece observabilidade, resiliência e inteligência em escala.

Projetada de forma desagregada, a plataforma de dados da NetApp separa armazenamento, serviços e controle, permitindo que as empresas modernizem mais rapidamente, escalem de forma eficiente e inovem sem dependência de fornecedores. Como a única plataforma de armazenamento corporativo integrada nativamente nas maiores nuvens públicas do mundo, ela oferece às organizações a liberdade de executar qualquer carga de trabalho em qualquer lugar, com desempenho, governança e proteção consistentes.

Com a NetApp, os dados estão sempre prontos — para se defender contra ameaças, impulsionar a IA e gerar a próxima grande inovação. É por isso que as empresas mais visionárias do mundo confiam na NetApp para transformar inteligência em vantagem competitiva.

SAIBA MAIS

A NetApp é uma das líderes globais em infraestrutura inteligente de dados. Fundada em 1992, a empresa passou por uma evolução histórica: de uma fabricante de storage (armazenamento) tradicional para uma empresa de software e serviços de nuvem híbrida. Em 2026, a NetApp se posiciona como a peça fundamental para empresas que precisam gerenciar dados em ambientes complexos, especialmente para treinar modelos de Inteligência Artificial (IA).

🏢 Perfil e Liderança no Brasil

A operação brasileira é robusta e foca em ajudar grandes empresas na migração para a nuvem e na proteção contra ransomware.

Country Manager Brasil: Marcos Gaspar.

Destaque Regional: Recentemente (janeiro de 2026), a NetApp reforçou sua liderança na América Latina com a nomeação de Willem Hendrickx como Diretor Geral para a região, visando acelerar a demanda por infraestrutura de dados para IA.

🚀 O que define a NetApp em 2026?

AI Data Engine: Lançada recentemente, esta ferramenta é o carro-chefe para 2026. Ela permite a curadoria e vetorização de dados em tempo real para alimentar modelos de IA Generativa sem precisar copiar os dados de um lugar para outro (zero-copy access).

Nuvem Híbrida Unificada: A NetApp é a única que possui parcerias profundas de engenharia com os “Big Three” (AWS, Google Cloud e Microsoft Azure). O sistema operacional ONTAP roda nativamente nessas nuvens, permitindo que você mova seus dados do data center local para a nuvem como se estivesse movendo pastas no seu computador.

Ransomware Resilience: A empresa integra IA dentro do próprio storage para detectar ataques de sequestro de dados em segundos. Se um comportamento estranho é detectado, o sistema cria automaticamente um “snapshot” (cópia de segurança) imutável para garantir a recuperação.

NetApp Keystone: Um modelo de “Storage as a Service” (STaaS), onde a empresa paga pelo que consome (OPEX), em vez de comprar hardware caro antecipadamente (CAPEX).

💡 Por que ela é importante?

Se você ouve falar que uma empresa “está na nuvem”, há grandes chances de que o armazenamento por trás dessa nuvem seja NetApp. Ela resolve o problema de silos de dados (dados espalhados em diferentes lugares que não conversam entre si).

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Aldo Cargnelutti é editor na Rede Brasil Inovador.

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