Adoção crescente da inteligência artificial no Brasil e no mundo transforma a forma de criar software, acelera entregas e amplia o acesso das PMEs à tecnologia
A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista em 2025 e virou realidade estratégica nas rotinas de trabalho de empresas de tecnologia, assim como o Excel se consolidou há décadas como ferramenta básica de produtividade. No Brasil e no mundo, a adoção de IA cresce rapidamente e tende a reconfigurar o mercado de software, impactando produtividade, custos e capacidade de inovação.
Segundo o Barômetro de Empregos de Inteligência Artificial 2025, publicado pela PwC, 84% dos CEOs globais que adotaram IA afirmam que a tecnologia aumentou a eficiência do tempo de trabalho de seus funcionários, e 72% dos executivos no Brasil acreditam que a IA vai transformar a forma de criar, entregar e capturar valor nos próximos três anos. Esses números mostram um movimento claro: empresas que incorporam IA estão se reposicionando para competir em uma economia cada vez mais orientada por dados e automação.
Globalmente,o mercado de IA está em franca expansão. Um relatório da Fortune Business Insights projeta que o tamanho do setor deve crescer de US$ 294 bilhões em 2025 para mais de US$ 1,7 trilhão até 2032, uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 29,2% entre 2025 e 2032. Isso reflete não apenas a expansão de ferramentas e plataformas inteligentes, mas também sua incorporação em processos essenciais de negócios.
Já no universo do desenvolvimento de software, estudos recentes estimam que 97% de todos os produtos de software em 2025 utilizarão IA de alguma forma, e que empresas que implementam IA em seus projetos reportam ganhos médios de produtividade de até 40%. Além disso, cerca de 65% dos desenvolvedores usam ambientes assistidos por IA como GitHub Copilot, indicando que a tecnologia já faz parte das cadeias de produção de código em escala global.
É nesse contexto que a Lughy, empresa brasileira de desenvolvimento de software para PMEs parte do DB1 Group, vem transformando sua rotina com o uso de IA interna, levando os benefícios da tecnologia diretamente para seus projetos e clientes.
IA como ferramenta estratégica e acessível
Na Lughy, a adoção da IA não foi impulsionada por modismo, mas por dores reais: reduzir retrabalho, cortar custos e acelerar entregas técnicas sem comprometer qualidade. “O uso de IA no desenvolvimento diminui o custo do software no final do dia, o que está diretamente alinhado à nossa missão de tornar software acessível para empresas, com agilidade, qualidade e dentro do prazo combinado”, afirma Bruno Fernandes, gerente de Projetos da Lughy.
Internamente, um agente de IA atua como um copiloto que acelera desde a descoberta do produto, com análise de requisitos e prototipação, até a geração de código com base nos padrões técnicos da Lughy. Processos que antes duravam semanas hoje acontecem em dias ou horas, com equipes liberadas para focar em atividades de maior valor estratégico.
“Essa ferramenta tem reduzido o trabalho repetitivo e o esforço de dias em minutos, acelerando entregas e permitindo que o time se concentre no que realmente importa: encontrar as melhores soluções para desafios de negócio”, explica Bruno.
A automação assistida por IA tem impactos concretos no tempo e custo de desenvolvimento de sistemas sob medida. Tecnologias como modelos de linguagem e agentes inteligentes que apoiam testes, revisão de código e análise de requisitos reduzem etapas e diminuem o retrabalho técnico. Isso eleva a produtividade e reduz custos operacionais, permitindo que empresas como a Lughy ofereçam soluções personalizadas com preços mais acessíveis e prazos mais curtos, abrindo caminhos para PMEs que historicamente enfrentam barreiras de custo tecnológico.
Segundo dados do setor, empresas que implementam IA em operações de software podem ver ganhos de receita entre 6% e 10% e custos reduzidos em até 60% em algumas tarefas automatizadas.
IA como parte do dia a dia, não substituto do humano
Apesar dos ganhos, a equipe da Lughy reforça que a IA não substitui o trabalho humano. “Garantimos uso responsável com revisão humana obrigatória, diretrizes claras de uso da IA e validação técnica antes de qualquer entrega. A IA não substitui especialistas, apenas acelera, organiza e libera tempo para tarefas que geram valor”, diz Bruno.
Esse equilíbrio é cada vez mais mencionado por líderes empresariais: a IA é um acelerador de produtividade, mas requer competências humanas sólidas em interpretação crítica, domínio técnico e gestão estratégica para entregar resultados reais.
Um futuro onde a IA vira rotina
O cenário global sugere que a IA se tornará tão natural no fluxo de trabalho quanto o Excel, deixando de ser novidade e se consolidando como ferramenta operacional. À medida que organizações exploram o potencial da tecnologia, o foco mudará de “o que a IA pode fazer” para “como as pessoas e a IA trabalham juntas para criar vantagem competitiva”.
Para PMEs e empresas de tecnologia, essa integração representa uma oportunidade única: democratizar o acesso a software de qualidade, acelerar a inovação e ampliar a capacidade de competir num mercado cada vez mais exigente e dinâmico.
Sobre a DB1
O Grupo DB1 é um conglomerado internacional de tecnologia com mais de 25 anos de experiência, oferecendo soluções completas de software, consultoria e inovação para empresas de diferentes setores. Com foco em qualidade, tecnologia avançada e metodologias ágeis, o Grupo DB1 ajuda organizações a otimizar processos, inovar em produtos e serviços, e expandir seus negócios de forma sustentável. A DB1 tem expertise em desenvolvimento de software, transformação digital e inteligência aplicada ao mercado.