A modernização dos processos de arrecadação e fiscalização do país exige uma resposta imediata e estratégica do ambiente corporativo. Agendado para o dia 24 de junho de 2026, das 09h às 12h, o evento presencial Fiscal Intelligence Talks debaterá os impactos práticos da Reforma Tributária do Consumo e a introdução pioneira de inteligência artificial generativa nas rotinas fiscais das empresas.
O encontro técnico ocorrerá no Auditório, situado no 10º andar do Inovabra, hub de inovação localizado em São Paulo (SP). O objetivo do fórum é afastar conceitos abstratos e apresentar dados, processos reais e correções de erros na implementação tecnológica aplicada ao ambiente tributário.
Estrutura do Evento e Painéis Técnicos
A programação foi desenhada sob um formato dinâmico, guiando os executivos desde o panorama regulatório atual até soluções de inteligência artificial em produção:
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Keynote “Reforma Tributária: o ponto de virada”: Uma imersão analítica sobre o cronograma de transição das novas regras fiscais, destacando o que já está em vigor e quais decisões os gestores precisam tomar de forma imediata.
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Fireside Chat — Estudo de Caso Real: Apresentação dos bastidores de engenharia e operação sobre como o Claude — modelo de linguagem e agente de IA da Anthropic — foi integrado à plataforma da NFE.io. O painel abordará com franqueza os acertos, falhas e o que está rodando em produção após o primeiro mês de implementação.
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Painel de Operação Fiscal e IA: Discussão entre tributaristas, líderes de produto e clientes focada em apontar onde a IA entrega valor real de produtividade, em quais atividades ela não deve atuar sem supervisão humana e as projeções para os próximos 12 meses.
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Mesa Redonda Aberta: Debate final focado na troca de experiências e resolução de dúvidas práticas de quem enfrenta a transição tributária no dia a dia.
Especialistas e Lideranças Confirmadas
O corpo de palestrantes reúne profissionais de TI, inteligência de dados e especialistas com longa trajetória em governança corporativa e relacionamento com órgãos fazendários:
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Gabriel Marquez: Empreendedor inovador e CEO da NFE.io. Possui 15 anos de bagagem em arquitetura, aplicações e infraestrutura de TI, com foco em maximizar a eficiência operacional e elevar o nível de maturidade analítica das organizações.
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Carlos Nascimento: Executivo com mais de 40 anos dedicados à gestão fiscal estratégica, consultiva e operacional em multinacionais de grande porte. Atua como parceiro ativo no Grupo de Trabalho da Receita Federal para a implantação do SPED desde 2007, sendo especialista em regimes especiais, escrituração, auditoria e defesas tributárias.
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Daniel Silvestre: Diretor de IA e Growth na NFE.io. Com mais de 15 anos de atuação técnica e executiva, estruturou áreas de Data & Analytics em empresas como a Vindi. Atua como evangelista de tecnologia, convertendo dados em alavancas de eficiência e vantagem competitiva para o mercado.
Brasil Inovador
A realização do Fiscal Intelligence Talks no coração financeiro do país joga luz sobre a urgência de as empresas brasileiras automatizarem seus fluxos informacionais diante da maior reestruturação tributária das últimas três décadas, uma pauta acompanhada de perto pelo Brasil Inovador. Para o Brasil Inovador, a grande disrupção desse encontro reside na quebra do mistério corporativo sobre o uso de agentes autônomos de inteligência artificial — como o Claude — integrados a sistemas legados e emisssores de notas como o NFE.io. Mostrar os erros operacionais cometidos no primeiro mês de implantação em vez de focar em discursos de marketing confere ao ecossistema a maturidade necessária para entender que a IA não é uma substituta total da inteligência humana, mas sim uma aliada crucial de auditoria e conformidade em tempo real.
Sob a perspectiva dos negócios, aguardar a pacificação completa dos textos regulatórios para iniciar a modernização dos sistemas internos de TI tornou-se um erro estratégico com custo financeiro elevado. Com o SPED e o novo modelo de IVA operando de forma digital e integrada, as organizações que utilizarem grandes modelos de linguagem especializados para classificar mercadorias, conciliar notas e mitigar riscos fiscais capturarão uma enorme vantagem competitiva operacional. Ao conectar a visão pragmática de cientistas de dados com a sólida experiência de profissionais que ajudaram a fundar o SPED no país, o fomento local pavimenta o caminho para que a gestão fiscal brasileira saia de um papel burocrático e se consolide como um centro gerador de eficiência econômica e governança corporativa inteligente.