O Fórum da Liberdade 2026 se encerrou na noite desta sexta-feira (10) com reflexões importantes sobre o caminho do Brasil rumo a um futuro mais próspero. O evento, realizado na PUCRS, em Porto Alegre, teve recorde de inscritos: mais de 7 mil. Fotos: Vini Dalla Rosa
Nesta sexta, um dos focos dos painéis foi o tema do evento, O Brasil tem Jeito. O economista Felipe Miranda, o escritor e jornalista Leandro Narloch e a ativista indígena e criadora de conteúdo Ysani Kalapalo debateram sobre o jeitinho do brasileiro e, ao mesmo tempo, as qualidades do povo do país.
Já a empresária e filantropa Alcione Albanesi, fundadora da ONG Amigos do Bem; Chieko Aoki, fundadora e presidente da Blue Tree Hotels; e Morongo, fundador e proprietário da Mormaii, analisaram o papel do empreendedorismo como motor de transformação social do Brasil, explorando como a iniciativa individual e a capacidade de “dar um jeito” impulsionam soluções, geram impacto e mudam realidades.
Penúltima atração do dia, o segundo painel dos presidenciáveis do Fórum da Liberdade contou com a presença de Flávio Bolsonaro, após a participação de Aldo Rebelo, Romeu Zema e Ronaldo Caiado na quinta-feira (9). O formato e as regras foram os mesmos do dia anterior. O painel foi mediado por Tiago Dinon Carpenedo, presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE).
A segurança pública foi um tema recorrentemente abordado pelo senador em sua palestra, como o aumento de penas e reforço no número de prisões. Sobre suas propostas para a economia, o pré-candidato pontuou questões como a revisão da reforma tributária e a redução de impostos. Ele falou de sua vontade pessoal de subir a rampa do Planalto Central ao lado do pai, Jair Bolsonaro, se for eleito.
A economista Deirdre McCloskey encerrou o Fórum. Ela se debruçou sobre o papel da liberdade como fundamento para o desenvolvimento das sociedades, explorando como valores ligados à liberdade individual, econômica e institucional se conectam com prosperidade, inovação e bem-estar. Assim, o evento se encerrou com uma mensagem central na busca por um caminho de futuro para o Brasil: assegurando que a liberdade pode ser entendida como a solução de desafios sociais e econômicos.