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O Grupo Casas Bahia está presente na mente, no coração e na casa dos brasileiros através de suas mais de 1.100 lojas distribuídas por todo Brasil, suas vendas online das Casas Bahia, Ponto e do extra.com.br, suas soluções financeiras do banQi, sua fábrica de móveis Bartira e sua logtech AsapLog.

Em constante evolução, hoje é a plataforma de relacionamento e consumo do brasileiro onde, quando e como ele quiser. A companhia investe seus esforços para além do varejo, ao apresentar uma jornada de compras que coloca o cliente como seu foco principal. Para tanto, desenvolve alavancas únicas, que possibilitam a melhor experiência por meio de uma oferta agnóstica de produtos, serviços, soluções financeiras e logística.

Em 1952, quando Samuel Klein chegou em São Paulo no Brasil, Juscelino Kubitschek tinha autorizado as automobilísticas multinacionais a instalarem no estado suas montadoras e, para isso, precisava de mão de obra. Como essa mão de obra veio do Norte e Nordeste do país — conhecidas pelo clima muito quente — teriam muitas dificuldades para enfrentar a terra da garoa e suas baixas temperaturas. Foi aí que Samuel enxergou um grande negócio: vender cobertores a essa população de baixa renda. Em cinco anos, conseguiu capital para comprar uma loja e batizou-a Casas Bahia.[2] Era sua homenagem aos seus clientes, em sua maioria retirantes do Nordeste vindo tentar a sorte na região. Entre as suas principais concorrentes estavam as Casas Pernambucanas, presentes em São Paulo desde 1910. Klein aumentou a variedade de produtos e começou a trabalhar com móveis, colchões, entre outros itens. A clientela não demorou a frequentar a loja para pagar suas prestações e adquirir novas mercadorias. Era o início de um império que foi conquistando cada vez mais clientes.

Com mais de 60 anos de atuação no mercado nacional e 57.500 funcionários a Casas Bahia é hoje uma rede de lojas voltada para a venda de móveis e eletrodomésticos no varejo com foco nas classes C, D e E sendo 26,3 milhões de clientes cadastrados.

A marca Casas Bahia, constantemente citada em pesquisas de lembrança de marca como a mais presente na mente dos brasileiros, abrange, por dia, cerca 54.1 milhões de domicílios com TV, anunciando em sete emissoras de TV aberta e, também, em 11 canais por assinatura.

No dia 4 de dezembro de 2009, o GPA anunciou a compra das Casas Bahia, tornando-se uma parte integrante do atualmente maior grupo varejista brasileiro.[4]

As Casas Bahia consegue seu lucro através de maiores parcelas, com o objetivo de deixar o cliente com mais formas e facilidade para pagar, o que auxilia consumidores de classes baixas, sem acesso ao crédito bancário, a adquirirem eletrodomésticos, móveis e equipamentos eletrônicos.

Em novembro de 2004 firmou parceria com o banco Bradesco. Até então, as Casas Bahia financiavam cerca de 80% de suas vendas, o que significava na época uma carteira de crédito de R$ 4,5 bilhões, considerando as vendas de R$ 6 bilhões de 2003 (em 2006 já eram mais de R$ 11 bilhões). A maior parte da carteira era financiada com recursos próprios e apenas R$ 1 bilhão eram captados no mercado financeiro.

funding passou então a receber o reforço do Bradesco: pelo acordo, o banco passou a assumir o financiamento de pelo menos R$ 100 milhões em vendas por mês. Isso significou na época um aumento quase imediato de 20% nas operações de financiamento ao consumo do próprio banco, que já haviam saltado 38% entre setembro de 2003 e setembro de 2004, atingindo R$ 15,1 bilhões.

Sob o ponto de vista da gestão financeira, é interessante observar que os recursos custariam inicialmente um pouco mais do que a taxa do Certificado de Depósito Interfinanceiro – CDI, e o spread que passou a ser cobrado no financiamento das vendas será embolsado pela Casas Bahia. Em uma segunda etapa, a partir de 2005, o Bradesco passou a vender produtos financeiros aos clientes da Casas Bahia, como cartões e seguros, com a instalação de quiosques na rede de varejo; isto pode teoricamente ser bastante vantajoso para o grupo Bradesco sob o ponto de visto estratégico, em termos de ocupação de espaços mercadológicos (notadamente em crédito e cartões) com pouco ou nenhum investimento adicional em tecnologia, pontos de venda e recursos humanos e, claro, também podendo trazer vantagens de médio prazo para o grupo varejista.

Ao início de 2006, a Casas Bahia, que não exige comprovante de renda para abertura de crediário, perdiam em torno de 10% das vendas pagas com o antigo e tradicional crédito direto ao consumidor (CDC) sob a forma de “carnê”. Enquanto isso, a taxa de inadimplência do cartão de crédito lançado em conjunto com o Bradesco em 2005 oscilava entre 4% e 6%. Ou seja: a Casas Bahia se dispõe a ter uma perda duas vezes maior no seu crediário do que a permitida pelo banco, que assume o risco de crédito dos cartões, através de sua administradora.

Interessante observar as disposições técnicas das lojas, onde os caixas são colocados no final, possibilitando o cliente de passar por todos os produtos todo mês para pagar o seu carnê. Os vendedores inclusive possuem meta sobre vendas na fila que são chamadas de “boca de caixa”. Uma técnica de venda que é sempre analisada na gestão estratégica de negócios (porém essa técnica foi excluída na rede por ocasionar processos judiciais, pois alguns gestores utilizavam a técnica como castigo a quem não cumprisse a meta).

No Rio Grande do Sul, a Casas Bahia abriu sua primeira filial em outubro de 2004, em Porto Alegre. Logo depois, foram abertas novas lojas da rede no estado, em São Leopoldo, Farroupilha e em Caxias do Sul.

Em 2006, a rede chegou a ter 28 lojas. Devido aos índices insatisfatórios de vendas no Estado, a rede foi fechando gradativamente algumas de suas filiais.

Em dezembro de 2009, a Casas Bahia decide deixar o RS, fechando todas as lojas restantes, em parte devido a autos de infração fiscal emitidos pela Secretaria da Fazenda do Estado. Havia divergências quanto à base de cálculo sobre a qual incidia o ICMS.

Segundo análise de especialistas, um fator crucial que fez com que a Casas Bahia encerrasse suas atividades no Rio Grande do Sul era o comportamento “bairrista” dos consumidores gaúchos, por geralmente darem preferência a fornecedores locais.

No dia 20 de novembro de 2014 morre seu fundador, Samuel Klein, vítima de insuficiência respiratória.

No dia 17 de dezembro de 2014 a rede chega ao Estado do Maranhão, com duas lojas em São Luís.

No dia 18 de fevereiro de 2020 foi anunciado acordo entre o governo do Pará e as Casas Bahia para a instalação de 50 lojas no Pará sendo 22 ainda em 2020 e um centro de distribuição na Região Metropolitana de Belém.

Subcategorias

  • Varejistas